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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Composto orgânico

Você tem uma horta ou gosta de cultivar plantas em vasos em sua casa?
Então, uma forma de você conseguir um adubo barato e de boa qualidade é usando os restos de cascas de frutas, legumes, pó de café e cascas de ovos para a produção de composto orgânico.
Não é difícil. Você pode usar latas vazias de tinta ou ainda recipientes plásticos como baldes para água.
Se você tiver quintal ou terraço em sua casa, coloque esses recipientes em um local que não receba sol direto e que estejam protegidos da chuva. Eles também devem estar cobertos por uma tampa para evitar atrair insetos.
Sempre que tiver restos coloque-os dentro do recipiente. Aos poucos, as camadas vão se decompondo. Porém, é aconselhável que você passe o conteúdo que está sofrendo a decomposição para outro recipiente a cada semana ou quinzena, pois isso irá arejar o material estimulando o processo e o trabalho das bactérias.
Eu recomendo que, dependendo da quantidade de material que você está disposto a produzir, tenha no mínimo dois ou três recipientes.
O tempo para o processo de compostagem varia de acordo com a temperatura e com a quantidade de material. Assim, no verão, o tempo necessário é menor do que no inverno. De modo geral, em dois ou três meses o composto estará formado.

Cascas são mais adequadas para a produção do adubo orgânico.


Use latas vazias de tinta ou recipientes plásticos. O tamanho depende da quantidade de resíduos que você produz em sua casa e da quantidade de composto que pretende produzir.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Composição do lixo no Brasil

                  A maior parte do lixo gerado em nosso país é formada por resíduos orgânicos (restos de alimentos).


                     Quando descartamos os demais tipos de resíduos (embalagens plásticas, de metal, de vidro e de papel) na lixeira comum, eles são contaminados com o material orgânico inviabilizando, muitas vezes, a reciclagem daqueles.
                         Portanto, deve passar a fazer parte do hábito do brasileiro realizar a coleta seletiva em sua casa, separando o material orgânico daquele não-orgânico. Hábitos não são fáceis de serem mudados, mas com boa vontade e perseverança é possível.

Apenas 3% de todo o lixo produzido no Brasil é reciclado

                   Apesar de todo o esforço das prefeituras de algumas cidades (somente 900 tem algum programa de reciclagem), das cooperativas de reciclagem, de empresas e de pequenos empreendedores particulares, somente 3% de todo o lixo no Brasil é reciclado. E mesmo assim, de forma desigual. Grande parcela do material reciclado é formada por papelão, latinhas de alumínio e garrafas pet. Materiais como restos de alimento, vidros, lâmpadas, pilhas e plásticos em geral não têm o mesmo destino.
                    Calcula-se que 30% de todo o lixo gerado poderia ter um destino mais nobre evitando sobrecarregar nossos aterros sanitários (nas cidades que os possuem). Estamos falando de um universo de quase 80 milhões de toneladas (dados de 2015) que são produzidos nas cidades brasileiras e que, muitas vezes, são descartados de forma irregular, nos lixões, quantidade que daria para encher 206 estádios do Morumbi.
                   Todo esse material reciclável poderia gerar 8 bilhões de reais ao ano, impulsionando nossa indústria e nossa economia, pois não são poucos os empregos gerados por esse setor.

Lixeiras de coleta seletiva para colorir


Símbolo da reciclagem para colorir



sábado, 10 de novembro de 2018

Ímã para geladeira

               Os alunos produziram ímãs para geladeira a partir de tampas de garrafas de refrigerante. As tampas receberam imagens dos pontos turísticos da comunidade. Para a confecção das peças também foram reutilizados EVA, isopor, papelão e tecido.


Sabão caseiro

              Nosso sabão é produzido a partir de óleo usado de fritura. O óleo é doado pelos moradores da comunidade.
              O sabão em barra é vendido em potes de 250 g e 500 g (foto). Reutilizamos também copos descartáveis, gerados no próprio colégio, para produzir pequenas barras de sabão.
A partir desse sabão em barra são produzidos o sabão líquido, para ser usado na limpeza de utensílios de cozinha, e o sabão líquido para limpeza de roupas (foto).


Coleta de embalagens plásticas e latinhas de alumínio



              Durante o ano os alunos são estimulados a levarem embalagens recicláveis para o colégio. Além disso, há ainda a contribuição de parte dos donos de bares e restaurantes da comunidade em que o colégio está inserido. Com a venda desse material, compramos neste ano um microscópio estereoscópio para atividades do projeto e das aulas de Ciências.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

O que é PET

O PET - Poli(Tereftalato de Etileno) - é um poliéster, polímero termoplástico (que pode ser moldado quando aquecido). Por esta característica, o PET pode ser reciclado várias vezes.
PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas, frascos e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros.


O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, suportando o contato com agentes agressivos. Fornece excelente barreira para gases e odores. Por isso é capaz de conter os mais diversos produtos com total higiene e segurança – para o produto e para o consumidor.
A embalagem de PET tem mostrado ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção, evitando desperdícios em todas as fases de produção e distribuição.



Fonte: http://www.abipet.org.br/

Reciclagem das garrafas pet

A oitava edição do Censo da Reciclagem de PET no Brasil, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), apontou que em 2011 a reciclagem desse tipo de material aumentou 4,25%, no Brasil, em relação ao ano anterior, mantendo o país entre os líderes mundiais do setor.


Atualmente, cerca de 294 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo são destinadas à reciclagem, o que representa 57,1% do total de embalagens desse material que são descartadas pelo consumidor brasileiro. A atividade gera um faturamento anual de R$ 1,2 bilhão para o setor da indústria do PET no país.
O Censo apontou, ainda, os principais destinos do PET reciclado no Brasil: a indústria têxtil aparece em primeiro lugar no ranking, respondendo pelo uso de aproximadamente 40% de todo o material, seguida pelos setores de embalagens e de aplicações químicas, que recebem, cada um, 18% do total de PET reciclado no país.

Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/57-1-do-pet-consumido-no-brasil-e-reciclado/

domingo, 6 de novembro de 2016

Reciclagem de pilhas e baterias



Baterias e pilhas têm elementos químicos conhecidos como metais pesados que são o níquel, cádmio, chumbo, zinco e mercúrio. Tais elementos químicos se lançados no meio ambiente contaminam o solo e a água podendo chegar até os seres vivos por meio da cadeia alimentar. No ser humano, a ingestão desses metais pesados pode causar danos ao sistema nervoso e câncer.






O ideal é que baterias e pilhas sejam entregues em postos de coleta para tenham um destino apropriado. O problema, entretanto, é que o número de locais onde esse material pode ser entregue ainda é pequeno no Brasil.







O custo da reciclagem dessas baterias e pilhas é alto, pois o processo para separar os seus componentes é complexo.
Uma vez separado os seus componentes, alguns deles são encaminhados para a indústria de fogos de artifício, pisos cerâmicos, vidros e tintas.







Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/como-e-feita-a-reciclagem-de-pilhas-e-baterias/

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Bioplástico

No Brasil são desenvolvidas várias técnicas para produção de variedades de plástico feitas de matéria-prima renovável. O aproveitamento de sobras vegetais da indústria canavieira para a produção de bioplástico, por exemplo, é uma forma de gerar uma produção sustentável.
O bioplástico consiste em um plástico biodegradável produzido por biopolímeros, que podem ser de um resíduo agropecuário, como a cana-de-açúcar, soja, milho, amido de arroz, entre outros. Além de ser um plástico biodegradável, não utiliza o petróleo como matéria-prima, o que torna o seu processo produtivo menos agressivo ao meio ambiente.
Os produtos tradicionais demoram até 500 anos para se decompor na natureza, enquanto o bioplástico leva apenas 18 semanas. Ele pode ser manipulado no mesmo maquinário que são usados para a versão de plástico convencional, o que facilita a adoção pelas indústrias fabricantes de produtos a base de plástico.
Os processos de decomposição do bioplástico são variados e devem ser adequados à especificidade de cada material. Abaixo temos três exemplos de processos de decomposição que podem ser considerados entre os biodegradáveis:
Bioplástico Compostável: Aquele que se deteriora fácil em processos de compostagem;
Bioplástico Hidrossolúvel: Aquele que apenas o contato com água inicia seu processo de decomposição;

Plástico Oxi-biodegradável: Aquele que se decompõem com a ação de microrganismos e agentes naturais.

Tampinha de garrafa em decomposição, feita de bioplástico.